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      Os associados da LPCDR (e familiares nalguns casos), podem beneficiar de diversos protocolos e parcerias com entidades das áreas de saúde, lazer, cultura, etc..

      Os associados interessados em qualquer um dos protocolos, devem solicitar-nos antecipadamente uma credencial, sendo os contactos posteriores, feitos directamente para as respectivas entidades, mencionando o protocolo em questão e apresentando a credencial.

      É indispensável ter as quotas em dia.

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      Exercícios e recomendações para os Doentes Reumáticos

      Ao abordar a relevância da actividade física e do exercício físico num doente com uma Doença Reumática (DR), teremos de considerar alguns aspectos prévios fundamentais:

      1. o exercício num doente com DR tem a mesma relevância geral, sobretudo cardiovascular, que na população em geral;
      2. as DR são doenças muito heterogéneas entre doentes, e no mesmo doente ao longo de toda a sua evolução, com possibilidades de apresentações clínicas e consequentemente de opções terapêuticas muito variáveis de fase para fase da mesma; assim, é completamente diferente a definição do interesse e virtualidades do exercício físico num doente numa fase inicial inflamatória de uma qualquer DR ou numa fase final de lesão estrutural e predomínio de sequelas de qualquer DR abandonada à sua evolução e deficientemente controlada medicamente.

      Aceites estas especificidades de cada doente reumático, em cada fase da sua doença, defender-se-ão os seguintes princípios gerais quanto à prática de exercício:

      1. todo o exercício aeróbico é vantajoso para um doente com DR, desde que de baixo impacto físico e bem tolerado em termos subjectivos;
      2. devem ser evitadas todas as formas de actividade física que provocarem dor ou desconforto durante a sua realização, ou sistematicamente ficarem associadas a uma acentuação das queixas articulares depois da mesma;
      3. devem ser reconhecidos os sinais inflamatórios de uma dor articular (dor surgindo durante a noite ou agravando-se com o repouso ou imobilização diurna; dor com expressão significativa de manhã ao levantar e melhorando com a mobilização articular progressiva); a sua ocorrência, seja numa fase de instalação inicial da doença, seja numa fase de agudização de uma doença instituída, deve implicar a evicção total de qualquer prática física de sobrecarga ou mobilização do segmento articular envolvido;
      4. a actividade física deve ser encorajada em fases de doença estabilizada, mesmo que existam sequelas articulares instaladas, desde que bem toleradas pelo doente; a sua realização permite: reforçar a musculatura peri-articular, aumentando a estabilidade articular, a capacidade física, o equilíbrio ortostático e propriocepção do doente; reduzir a inflamação articular remanescente. Obviamente que ao permitir estas, entre outras, acções positivas, o exercício físico contribuirá nestes doentes para uma diminuição da progressão da doença e para uma prevenção da incapacidade.
      Dr. Augusto Faustino
      (Reumatologista, Presidente da LPCDR)

      Exercícios (adaptados) do livro “Se você tem Artrose…”, Autor - Unidade de Reumatologia do Hospital Egas Moniz, Coordenação - Jaime C. Branco, Edição - Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas, 1997

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      A Liga possui alguns livros para venda. Livros, cujos autores estão de alguma forma ligados à nossa área, sejam doentes reumáticos ou médicos reumatologistas e cuja colaboração, através da venda, reverte em parte ou na totalidade, a favor da nossa Associação. Caso esteja interessado em adquirir algum destes títulos, é favor contactar-nos.

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